
Depois de assumir a presidência da Petrobrás, Joaquim Silva e Luna, viu as ações da empresa despencarem, fazendo alvoroço no mercado financeiro com a baixa dos papéis.
Muitos desacreditaram no trabalho do militar. Com pouca experiência, acreditava-se que permitiria interferências nas decisões da empresa como fazia seu antecessor. Aconteceu o inesperado, e quatro meses depois as ações aumentaram como vista antes da entrega do cargo para Joaquim Silva.
Luna manteve a palavra de vender ativos e seguir com o preço do combustível na linha de mercado. Fez uma grande venda da participação na BR Distribuidora, se destacando como a maior oferta do ano de ações da bolsa até então, levantando US$ 2,3 bilhões para a empresa.
O presidente Jair Bolsonaro, reduziu o preço dos impostos sobre os combustíveis no início do ano, apaziguando o ânimo dos caminhoneiros. A tensão da vez é a iminência de uma greve prevista para o dia 25 de Julho em resposta ao último aumento do preço do combustível.
Empresas usam esse momento para faturar com compra de ações da estatal.
“Aproveitamos o ruído político no começo do ano para comprar mais”, disse o sócio fundador da Real Investor, César Paiva. “Mesmo que o petróleo continue subindo e a empresa não repasse integralmente o aumento dos preços, a Petrobras está em um momento excepcional de geração de caixa, e o processo de alavancagem deve continuar.”
Com rumores de greve para o próximo dia 25, analistas e grandes empresas esperam qual será a próxima atitude tomada pela companhia: Manter uma política de preços ou não.
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