Caminhoneiro

Ao invés de avisar o caminhoneiro, preferiu filmá-lo fazendo uma manobra arriscada que veio a arrastar um veículo estacionado

Vídeo mostra um carro sendo arrastado, enquanto o caminhoneiro faz uma manobra. 

O que é mais importante ajudar ou continuar filmando

 A publicação de imagens ou vídeos de acidentes, tragédias e atos de violência, inclusive com vítimas fatais, têm sido uma prática comum nas redes sociais, em prol de curtidas ou exibicionismo.

O que é mais correto?

A inversão de valores tem se tornado coisa comum e distorcida. A postagem de incidentes que se tornam acidentes, poderiam ser evitados com um breve auxílio ou aviso. Da mesma forma agressões que muitas vezes ocasionam-se fatais e ninguém fez nada para impedir, mas muitos ao redor filmaram.

Caminhoneiro em manobra é filmado enquanto arrasta carro estacionado

Um exemplo típico que poderia ser evitado, mostra um caminhoneiro efetuando uma manobra arriscada em uma via estreita. A carreta ao tentar efetuar a curva, encosta o para-choque traseiro na grade frontal de um VW Gol que se encontrava estacionado no local. Não temos maiores detalhes da localidade, porém o veículo ao ser arrastado ficou bem danificado.

Em desespero, o motorista do caminhão sai e percebe o ocorrido, porém indignado, pois pessoas filmavam premeditando o que iria acontecer e não se preocuparam de avisá-lo, prosseguindo assim o acidente. A única situação menos desastrosa é que não houve vítimas, apenas dano material.

Fica um alerta para a sociedade

O “espetáculo dos horrores” não pode e não deve continuar. Uma pequena ajuda, um gesto de compaixão ou em casos mais extremos, um pedido de socorro, uma ligação para as entidades como o Corpo de Bombeiros, Samu ou Polícia Militar, seriam suficientes para interromper muitas tragédias.

Compartilhar cenários de pessoas em dificuldades e até com risco de morte soa falta de empatia, indiferença e falta de solidariedade com o próximo. Todos nós temos a obrigação de agir e tentar evitar que isso aconteça ou amenizar o ocorrido.

Redação – Brasil do Trecho

João Neto

Nascido em Ceilândia e criado no interior de Goiás, sou especialista em transporte terrestre e formado em Logística. Com ampla experiência no setor, dedico-me a aprimorar processos de transporte e logística, buscando soluções eficientes para o setor.

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