
Foto: Lula / Petrobras
Logo após o anúncio do novo aumento do diesel nas refinarias, Lula reage e dá sua alfinetada
Aumentos
Petrobras reajusta preço do diesel em quase 9%
Já acumulam-se mais de 50% neste ano, os preços médios dos combustíveis
Aumento dos combustíveis é o principal fator da aceleração da inflação no Brasil
Críticas do ex-presidente Lula à política de preços da Petrobras
Nesta quarta passada o ex-presidente Lula da Silva criticou, em gravação à rádio Capital de Cuiabá, comentou sobre os sucessivos aumentos dos combustíveis e que a estatal elevou os preços para pagar os dividendos aos acionistas nos Estados Unidos.
Lula é líder nas pesquisas de intenção de votos para a próxima eleição presidencial no ano que vêm. Comentou o ex-presidente que “Não tem explicação subordinar os preços dos combustíveis ao mercado internacional”, disse o ex-presidente.
Já o presidente Jair Bolsonaro, atrás de Lula nas pesquisas, tem criticado o imposto cobrado de ICMS pelos Estados sobre os combustíveis, porém os governadores negam que o ICMS seja o responsável pelos sucessivos aumentos. Bolsonaro afirma que não interferirá na política de preços da estatal.
A Petrobras mantém sua política de preços em que os reajustes dos combustíveis estão atrelados à oscilação do preço do petróleo no mercado internacional e na variação do real em relação ao dólar. A estatal comunicou que o reajuste do diesel visa garantir o abastecimento do mercado, seguindo as premissas em bases econômicas e políticas vigentes.
Bolsonaro reiterou alegando que a Petrobras tem liberdade para alterar os preços de acordo com o mercado internacional, mas vêm sofrendo forte pressão da sociedade que questiona os avanços sucessivos de aumentos que ocorrem à todo momento.
Mailson da Nóbrega ex-ministro da Fazenda do governo de José Sarney, avaliou a situação econômica do Brasil e as perspectivas do mercado frente a uma disparada dos preços. Nóbrega foi responsável por criar o “Plano Verão” durante o período de hiperinflação dos anos 80 (umas das tentativas de controlar o aumento dos preços antes do “Plano Real”). Segundo Nóbrega, o destino do mercado financeiro no curto prazo, está cercado de muita instabilidade. Ex-ministro criticou a gestão de Paulo Guedes e do projeto da PEC dos precatórios, que classificou como um “calote” e um grande erro institucionalizado das dívidas judiciais.
O ministro da Economia, Paulo Guedes, decidiu calar-se publicamente sobre a crise que envolveu a troca de comando na Petrobras. O ministro pouco tratou sobre o assunto com a equipe e preferiu o silêncio. Decidiu acelerar as discussões pela aprovação da PEC Emergencial, que estipula gatilhos para o controle dos gastos em épocas de deterioração fiscal.
Redação – Brasil do Trecho
Esta publicação foi modificada pela última vez em 5 de outubro de 2021 14:20
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