
Foto: ALEX ALMEIDA
Com o fracasso mais uma vez de uma greve da categoria dos caminhoneiros fica a pergunta no ar, por que o movimento não vingou?
No baú e cabine dos caminhões é carregado cerca de 60% da carga transportada no Brasil, isso foi nítido na greve de 2018 quando boa parte da categoria cruzou os braços, foi sentido na pele o desabastecimento em supermercados, drogarias e vários estabelecimentos principalmente os postos de combustíveis.
Em 2018 pode ver a real importância que os profissionais das estradas têm para o funcionamento do país, naquela greve eles conquistaram o tabelamento de valores mínimos de frete combinados com o então presidente do Brasil no período, Michel Temer, porém a medida foi parar no Supremo Tribunal Federal (STF).
O governo aprendeu em 2018 como se portar em uma eventual greve dos caminhoneiros, essa última ele se resguardou através de liminares judiciais para impedir que o movimento fosse para frente.
A estratégia de uma possível greve já não funciona mais como era antes, principalmente sem o apoio de grandes empresas de transporte como acontecia. Se as transportadoras não param, o Brasil continua.
Redação – Brasil do Trechoc
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