
Foto: Marco Ankosqui
Muitas histórias contadas de caminhoneiros mostram que seu amor pelas estradas e pelas grandes máquinas vieram de berço, muitas das vezes herdadas de avós e pai.
Anos se passaram e infelizmente a profissão não é mais valorizada como deveria, isso faz com que a paixão de muitos vá morrendo pouco a pouco.
A classe é acometida por baixos salários que não enchem os olhos dos mais jovens como no passado, além da condição de trabalho precária enfrentando estradas sem infraestrutura e muito perigosas e lugares sem o mínimo de condições humanas de uso, como banheiros, pontos de parada e descanso.
A profissão já não é bem vista como antes, a última vez que valorizaram os caminhoneiros foi na greve de 2018 onde viram que a categoria realmente poderia parar o Brasil. Após isso, a desunião se instalou entre a classe e muitos acabaram perdendo o gosto pela profissão.
Em uma época como estamos vivendo, é difícil um pai encher os olhos de um filho e fazer ele ter o desejo de ser caminhoneiro assim como fizeram com ele ainda na mocidade.
Os jovens que seriam os futuros caminhoneiros, hoje pensam duas vezes antes de se aventurarem nessa profissão que perdeu o valor diante dos governantes e até da própria classe.
Redação – Brasil do Trecho
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