
Transportadora Irmãos Teixeira
Proprietário da transportadora Irmãos Teixeira, Carlos Eduardo denuncia abusos cometidos pela Polícia Rodoviária Federal(PRF) em caminhões de sua frota.
O empresário que tem aproximadamente 50 caminhões na transportadora, está revoltado com os abusos cometidos pela polícia rodoviária, que fogem das especificações atribuídas ao Código de Trânsito Brasileiro(CTB) e já passa a configurar abuso de autoridade.
Hoje Carlos Eduardo, pensa em desistir da empresa e mudar de ramo, graças às situações que a transportadora está vivendo em relação a fiscalizações inadequadas.
“Se eu conseguir um comprador pra comprar todos os meus caminhão, eu vendo tudo!”, afirma Carlos Eduardo indignado.
Em uma dessas situações, um dos caminhões da empresa foi levado ao pátio da PRF em Seabra. Ele havia levado uma multa de mau estado de conservação, detalhe, o veículo na época era do ano da multa, 2020 e no vídeo feito do caminhão no local, aparentemente seu estado é perfeito, com a estrutura e pneus em conservação. Ele também foi multado em cinco mil reais por excesso de peso, fato que de acordo com o empresário, não é verídico.
Assista o vídeo:
Outra situação ocorrida recentemente deixou o dono da transportadora ainda mais revoltado. Um dos veículos da frota foi levado a PRF da BR-060 para regularização do tacógrafo, os agentes disseram que dois pneus precisavam ser trocados por não estarem adequados. A troca foi feita e outra equipe da PRF pediu que os dois pneus ‘novos’ fossem trocados novamente por estarem “carecas”.
O mesmo relata ainda que foi no dia seguinte da apreensão indevida para pagar tudo e fazer a retirada e teve que esperar cerca de 8 dias para ter uma autorização pra fazer a regularização das notificações de autuações, tendo que pagar 8 dias de 3 placas, chassi diferente (bitrem).
“Diante dessa situação, foi perguntado ao empresário sobre o frete, segurança e demais assuntos.
O mesmo nos surpreende em responder que, se houver um frete cujo a carga é avaliada em 1 milhão de reais e tem duas estrada para o destino.
A primeira estrada é de 300 km, porém a cada 100 km percorridos passa de frente um posto da PRF.
A segunda é de 500 km, o índice de assalto é de 80%, porém não passa em nenhum posto da PRF.
O empresário afirma que mesmo aumentando o risco, aumentando o custo de transporte em óleo diesel e desgaste do caminhão, aumento do seguro da carga, ele prefere andar os 500 km para não passar de frente de quem deveria servir e proteger (PRF)”
Carlos Eduardo cobra justiça das autoridades e uma mudança na abordagem da PRF, que está deixando de lado o ramo mais ativo do seu trabalho: Os caminhões.
Uma denúncia já foi lavrada junto à corregedoria nacional da PRF, na ouvidoria e um boletim de ocorrência na 27° delegacia de Polícia do DF por abuso de autoridade.
Redação – Brasil do Trecho
Esta publicação foi modificada pela última vez em 22 de janeiro de 2022 13:23
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