
Foto: Divulgação/Prefeitura de Porto Nacional
A nova onda de covid-19 assola o país, o que gera grande déficit e prejuízos em várias categorias profissionais do Brasil. Infelizmente a classe caminhoneira não ficou de fora e já sofre consequências do aumento de coronavirus juntamente com a gripe H3N2.
A exemplo disso temos o estado de Goiás onde o Sindicato dos Transportadores Autônomos de Cargas de Goiás(Sinditac) alertou que quase 49 mil profissionais estão como os caminhões parados, número que mostra mais da metade dos caminhoneiros goianos.
Muitos deles não suportaram a alta do diesel ou foram infectados com a covid-19 e necessitam se afastar.
O conjunto de gripe, covid-19 péssimas estradas e alta do diesel fizeram com que os caminhoneiros goianos se afastassem da profissão até o restabelecimento. Esse cenário pode gerar em um futuro não muito distante uma série de desabastecimento de produtos em alguns pontos do país.
Essa “paralisação” forçada coloca a categoria caminhoneira em uma situação não muito favorável para o seu sustento. Agora só precisamos saber, quem vai ajudar a classe neste momento?
Redação – Brasil do Trecho
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