
Foto: Reprodução / Internet
Claudemir Gigliotti, mais conhecido como Neni, é um caminhoneiro e dono de caminhões que deixou alguns veículos e contou um pouquinho em seu canal do YouTube o porquê de deixar os caminhões sem trafegarem.
Neni relata que apenas três dos seus caminhões continuam rodando e garante que eles seguem nas estradas apenas por ter contrato de exportação, ou seja, quando o combustível sobe o frete também sobe, o que não causa prejuízo.
Seus outros veículos já não possuíam lucro nos fretes, chegando a fazer viagens em caminhões que custam mais de R$ 350.000,00 e receberem apenas R$ 1.700,00 de pagamento, as contas não batem.
O caminhoneiro ainda defende o padrão Estados Unidos dentro da classe, onde impregna a união e direitos dos caminhoneiros, entre eles estão um lugar confortável e digno para estacionar o caminhão e pernoitar, coisas que são difíceis de ver no Brasil.
Outra sugestão vem junto com o representante da Cooperativa dos Caminhoneiros Autônomos de Sinop (Cooperlog Sinop) Cleomar, onde sugere a criação de cooperativas pelo país assim os profissionais da estrada terão facilidade em compra de pneus, lonas e peças dos veículos mais baratas vindo direto da fábrica e diesel das refinarias. Além de benefícios oriundos da união da classe.
Redação – Brasil do Trecho
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