
Foto: Reprodução / Internet
Desde o último aumento anunciado pela Petrobras na quinta-feira(10), rumores de greve na categoria caminhoneira aumentaram drasticamente e movimentos começaram a ser feitos, bloqueando algumas vias pelo país. Porém, por que as paralisações não foram para frente e o movimento grevista não surgiu?
A população brasileira entrou em expectativa esperando uma greve de imediato da categoria. Já estava no imaginário das pessoas que poderiam faltar produtos nos mercados, drogarias e no comércio em geral. Esse sentimento se instaurou e deixou a população em alerta.
O que vimos nos últimos dias foi apenas uma categoria que não se unia como antes e enquanto protestos aconteciam em um ponto do país, em outro local a vida seguia normalmente.
Os líderes sindicalistas já não podem dizer que representam a classe caminhoneira. Em maioria, os profissionais sequer reconhecem essas pessoas como seus representantes.
A situação só piora quando paramos para analisar, os caminhoneiros preferem continuar com o frete baixo, diesel alto, mas sem união na classe.
A greve pode ainda acontecer, mas já foi perdida a força quando demonstraram a fragilidade da classe dos caminhoneiros. Perderam o seu principal trunfo, a união.
Redação – Brasil do Trecho
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