
Urna Eletrônica Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Os candidatos estão de olho e tentam atrair a categoria para serem eleitos.
Os caminhoneiros podem fazer uma considerável diferença e ainda atrair outras categorias para votação de seus eleitos
Mais uma vez a categoria dos caminhoneiros pode exercer uma considerável influência na eleição presidencial deste ano.
Depois de 2018, a classe volta a ser assediada tanto pela direita, quanto pela esquerda e/ou centrão.
A ameaça de uma nova greve nacional às vésperas das eleições preocupa o atual governo que tenta amenizar oferecendo benefícios provisórios, mas que na verdade não resolvem a vida dos caminhoneiros.
A alta dos combustíveis é considerada uma das principais causas que afetam a produtividade e a lucratividade dos caminhoneiros, mas que também afeta toda a população brasileira, face a alta da inflação, tendo os combustíveis como a principal alavanca de subida dos preços dos produtos e serviços em geral.
Por esse motivo, agora o governo Federal resolveu subsidiar o diesel, oferecendo um benefício provisório por seis meses que é o auxílio caminhoneiro de R$ 1.000.
A ideia principal de Bolsonaro (PL) é evitar os impactos eleitorais que os combustíveis poderiam ocasionar em sua tentativa de reeleição.
Redação – Brasil do Trecho
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