
Foto: Jair José Pereira
Conheça a história de Cristina, uma caminhoneira raiz que está na estrada há cerca de 20 anos e viaja o Brasil dirigindo seu Truck. Ela conta como funciona sua rotina e o motivo de querer ser caminhoneira, além disso nos mostra que nem tudo é o que parece.
Cristina é mãe de duas meninas, e diz que ser caminhoneira não se trata apenas de liberdade, que também sofre muito com a solidão. Bem como, a falta de acompanhar o crescimento das filhas e estar presente nos momentos importantes, por exemplo: A fase do namoro, o casamento e as conquistas escolares.
Contudo, ela afirma com muita convicção que não trocaria sua rotina por nada! Desde criança, sonhava em ser motorista, mesmo que em sua família não existisse ninguém que dirigisse, ela persistiu e correu atrás de seu grande sonho. Cristina passou por vários empregos antes de conseguir de fato se estabilizar na profissão e já dirigiu até a carreta, provando ter uma habilidade natural.
Preconceito por ser uma caminhoneira mulher
Apesar de ser ótima no que faz, Cristina passou por muita dificuldade para conseguir ser caminhoneira. Segundo ela, as empresas não queriam dar uma oportunidade, justamente por ser mulher e não ter experiência. “Como vou ter experiência se não me derem uma primeira chance”.
Infelizmente, sabemos que as piadas em torno de mulheres no volante, acontece de forma frequente, até mesmo para quem não é motorista profissional, no caso de uma caminhoneira, isso é ainda mais difícil. Porém, mesmo enfrentando problemas, Cristina diz que passaria por tudo novamente.
Suas viagens chegam a durar um mês e nesse tempo longe da família ela basicamente mora em seu caminhão e acumula presentes para quando finalmente chegar em casa. Além disso, seu marido e suas filhas sempre a apoiaram nesse sonho de criança e no seu retorno fazem até uma faixa de boas vindas.
Espero que tenha gostado da história dessa caminhoneira raiz e se quiser saber mais noticias sobre as rodovias e os principais caminhoneiros (as) desse país, acompanhe o Brasil do Trecho.
Redação – Brasil do Trecho
Esta publicação foi modificada pela última vez em 17 de agosto de 2022 17:23
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