
Foto: Minervino Júnior/CB/D.A Press
O STF vem se reunindo com outros órgãos da segurança pública para garantir a segurança do edifício do STF e de outros órgãos.
No ano passado dezenas de caminhões chegaram e pararam na Esplanada dos Ministérios
Em 2021, em Brasília, dezenas de caminhões de todo o país chegaram na véspera das comemorações de 7 de setembro e estacionaram seus veículos na Esplanada dos Ministérios.
Muitos se posicionaram na pista entre a Câmara Federal e o Ministério das Relações Exteriores e a menos de um quilômetro do STF. Na época, alguns caminhoneiros comentavam durante o ato, em invadir a Corte. Os manifestantes incentivavam também, a expulsão de ministros do Supremo.
Formou-se uma barreira com centenas de policiais militares que se posicionaram e impediram qualquer tentativa de invasão. Mas agora, a polícia judicial da Corte se articulou com órgãos de segurança do Distrito Federal para barrar a entrada de caminhões, ônibus e demais veículos na Esplanada.
Eles poderão entrar na capital federal, mas serão encaminhados para outro local, onde não representem ameaça de invasão e depredação de edifícios da alta administração central.
A área institucional do Supremo Tribunal Federal – STF, vem se reunindo com outros órgãos de segurança pública para garantir a segurança do edifício da Corte e de outros Órgãos, como também dos próprios ministros e da população presente, no próximo dia 7 de setembro.
Assim como no ano passado, as comemorações da Independência serão marcadas por manifestações de apoio e de protestos ao governo.
Na época o ministro do STF, Alexandre de Moraes, passou a investigar e mandou prender vários apoiadores do presidente que, nas redes sociais, insultavam e ameaçavam os ministros.
Até hoje, ele conduz quatro investigações contra Bolsonaro, inclusive nos inquéritos das “fake news” e no das “milícias digitais”. Neste ano, o presidente voltou a criticar o ministro e chegou a denunciá-lo no STF por abuso de poder, porém, a acusação foi arquivada no dia seguinte pelo ministro Dias Toffoli.
Resta aguardamos e pedirmos paz para que se existirem manifestações, que é um direito de todos, que as mesmas sejam pacíficas e não representem perigo à manutenção da segurança pública de todos!
Não cabe a violência em hipótese alguma! O que cabe é o respeito ao direito de expressão de cada um, independentemente de suas preferências e representação política.
Redação – Brasil do Trecho / Informações: Canal Valor o Globo
Esta publicação foi modificada pela última vez em 24 de agosto de 2022 13:34
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