
Foto: Reprodução / Internet
Nos últimos 10 anos as empresas sentiram significativamente em seu quadro de funcionários que caminhoneiros mais jovens não estavam integrando o seu time de colaboradores.
Esse número negativo é para quem está no começo de carreira e não é por falta de oportunidade, mas realmente profissionais entre 18 e 24 anos “desapareceram do mapa” pelos jovens não encontrarem na profissão algo tão atrativo como antes.
Profissionais que já encaram a profissão caminhoneira há mais de 10, 20 e 30 anos tem que enfrentar diversos obstáculos que até mesmo arriscam suas vidas em acidentes ou assaltos.
Os jovens não vem na profissão mais a paixão e o amor pelas estradas, mas sim, é uma forma de sobreviver podendo a qualquer momento perder a vida.
A remuneração não compensa para todos os problemas enfrentados pela classe e os que estão como motoristas vêm essa dificuldade.
Quem está de fora como os mais novos pretendem alcançar profissões que paguem melhor e proporcione mais segurança já que o bem maior sempre será a vida.
Para a nova geração de caminhões não basta apenas saber dirigir profissionalmente, deve entender das novas tecnologias e sempre ir se atualizando sobre o mercado de transporte, isso tudo demandará muito mais tempo e esforço e empenho do profissional, coisa que não é recompensado e não atrai os mais jovens para a profissão.
Redação – Brasil do Trecho
Esta publicação foi modificada pela última vez em 13 de novembro de 2022 17:14
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