
Foto: Reprodução / Veículos & Histórias
Hoje vamos falar sobre a história dos motores dois tempos que são muito úteis para veículos por serem mais simples, baratos e possui a capacidade de transformar energia em movimento com mais superioridade do que outros motores.
Você pode notar que não existe muitos motores com essas configurações nos automóveis no dia a dia por se tratar de um ciclo que vai contra alguns pontos das rígidas normas de emissões de poluentes.
Podendo ser encontrado movido a gasolina e a diesel, o motor de dois tempos é ainda muito comum na indústria naval, em automóveis próprios para esportes ou em equipamentos motorizados como as motosserras.
Para que o motor dois tempos fosse criado seria necessário que dois inventores tirassem suas ideias no papel para que o criador dos dois ciclos aperfeiçoasse o que estava em sua mente.
Nicolau Otto criou o motor batizado por ele de ciclo Otto revolucionando a indústria automobilística mundial.
O motor de quatro tempos possui quatro estágios: admissão, compressão, combustão e exaustão.
George Bailey Brayton foi o responsável por criar o motor inspirado no atmosférico, mas que usava o segundo pistão menor e um compressor de ar para que houvesse a constante para empurrar o pistão para a combustão.
Com essa mudança a força da Explosão empurrava o pistão menor para que houvesse mais ar dentro da câmara de combustão resolvendo o problema de pressão variável. Esse ciclo foi batizado de Brayton em homenagem ao seu criador.
Essas duas criações bastaram para ser o pilar da criação de Dugald Clerk, o escocês nascido em 31 de março de 1854 que logo mais se tornaria engenheiro é criador do ciclo dois tempos.
Com apenas 24 anos de idade, Clerk fez a invenção que seria o primeiro motor a dois tempos contando apenas com dois pistões onde um deles iria comprimir o ar produzindo energia mecânica com mais facilidade.
Dugald deu uma grande contribuição à ciência e indústria automobilística que não pode dar continuidade já que faleceu no dia 12 de novembro de 1932, aos 78 anos.
O motor de dois tempos criado no século XIX não é o que conhecemos atualmente, para isso precisaria de Joseph Day que decidiu desenvolver sua própria mecânica sem infringir nenhuma patente criando o motor a dois tempos da atualidade.
Com algumas diferenças e demonstrando mais vantagens em relação ao ciclo quatro tempos não possuindo válvulas e nem comandos, empresas de todo mundo decidiram obter licença para fabricar o motor.
A partir de então vários profissionais ficaram a cargo de estudos para modernizar e atualizar o motor a dois tempos como o engenheiro alemão Hugo Güldner e Rodolfo Diesel, usando os princípios de Brayton e Clerk.
Se você ver aquele veículo com ronco nervoso e saindo fumaça com cheiro de óleo, provavelmente ele possui um motor a dois tempos.
Redação – Brasil do Trecho
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