
Foto: Reprodução / Internet
Um caminhoneiro mostrou sua indignação ao ser alertado pelo rastreador do caminhão sobre o excesso de velocidade. Ele trafegava a 105 km/h e o aparelho informou que o mesmo estava acima da velocidade. “Eu nem correndo estou, cara. Que dor de cabeça é esse negócio chamado gerenciadora de risco”, desabafou.
O motorista comparou o aparelho à tornozeleira colocada em pessoas com restrição de liberdade, pelo sistema prisional. “Essa é a nossa tornozeleira”, brincou. Para o caminhoneiro, as gerenciadoras de risco mais atrapalham do que ajudam. “Nem me fale que isso é para nossa segurança, pois eu apresento dez motivos mostrando que não tem nada a ver com segurança”.
O episódio em que um caminhoneiro fica chateado com o rastreador de seu caminhão por indicar que ele estava em alta velocidade é um reflexo das tensões que frequentemente surgem entre motoristas e as tecnologias de monitoramento usadas pelas empresas de transporte. Muitas empresas utilizam rastreadores em seus caminhões para acompanhar o comportamento dos motoristas e garantir a segurança nas estradas, o cumprimento de regulamentações e o bom uso dos veículos.
O caminhoneiro em questão parece ter excedido o limite de velocidade permitido, trafegando a 105 km/h, o que é perigoso e potencialmente ilegal em muitas rodovias. Nesse contexto, o rastreador estava cumprindo sua função ao monitorar a velocidade do caminhão e alertar a empresa sobre o comportamento do motorista.
A comparação do rastreador com uma “tornozeleira de caminhoneiro” sugere a frustração do motorista com a sensação de estar sendo vigiado constantemente. No entanto, é importante notar que esses dispositivos são usados principalmente para garantir a segurança nas estradas, reduzir acidentes e ajudar a cumprir regulamentações de trânsito.
Para lidar com essas situações, é importante haver um diálogo construtivo entre as empresas de transporte e os motoristas. Isso pode incluir treinamento para os motoristas entenderem a importância da segurança e o cumprimento das regras, bem como a garantia de que os rastreadores sejam usados de maneira justa e transparente. O equilíbrio entre a segurança nas estradas e a privacidade dos motoristas é uma discussão contínua no setor de transporte rodoviário, e encontrar soluções que atendam aos interesses de todas as partes é fundamental.
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