
Foto: Reprodução / Internet
O Brasil é um país onde o transporte rodoviário predomina, apesar da forte atuação do setor aéreo em terras brasileiras. Quatro transportadoras se destacaram nas últimas décadas, entretanto, mesmo com uma ampla carteira de clientes, acabaram falindo.
Hoje, vamos falar sobre as quatro grandes transportadoras que construíram seus nomes em nosso país, tornando-se verdadeiros impérios em solo brasileiro, mas que, no final, tudo deu errado.
Diversos levantamentos podem ser feitos em relação à falência, abordando questões políticas, burocráticas e até mesmo a legislação que rege o país no que diz respeito ao trânsito e às empresas. Vejam abaixo as gigantes do transporte rodoviário que faliram:
Michelon: Uma das transportadoras que mais obteve êxito no Brasil foi a Michelon, verdadeira veterana do país, fundada no ano de 1937.
A empresa foi a escolha de marcas renomadas como Nestlé, Kodak e Kibon para realizar o transporte de seus produtos pelo Brasil.
Infelizmente, chegou ao fim, declarando falência e deixando apenas seu legado.
Vasca: A empresa era conhecida por anos como uma das melhores, unindo eficiência, logística e uma estética única presente na estrutura de seus caminhões.
Na verdade, a Vasca era uma empresa no ramo de indústria e comércio de metais que conseguiu se estabelecer com uma imensa frota de veículos, mas tudo desmoronou após a morte de seu fundador.
Coral: A Coral foi uma grande transportadora fundada em 1978, no estado do Rio Grande do Sul. Possuía uma das maiores frotas de caminhões do país, mostrando seu nome no mercado.
A empresa dominava as estradas, mas sofreu um repentino processo de falência e, posteriormente, encerrou suas operações. Pouco se sabe sobre esse período da Coral, que ainda permanece envolto em mistério.
Etsul Transportes: A empresa já foi uma das maiores do Brasil por muitos anos, mas enfrentou um período bastante complicado ao decidir pedir falência em 1995.
Conhecida por seus grandiosos veículos nas estradas, a empresa foi chamada pelos fornecedores de caloteira por não ter quitado dívidas com seus respectivos credores.
Os credores entraram com ações no tribunal, mas, até os dias atuais, o processo se arrasta, deixando um vácuo de incerteza desde 2001 sobre uma possível decisão favorável a eles.
O que mais chama a atenção nesse caso é uma possível resolução que pode ser desfavorável aos credores.
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