Homem abastecendo seu veículo: Foto: IA
O ano de 2025 começou com um reajuste no salário mínimo, que passou de R$ 1.412 para R$ 1.502, representando um aumento de aproximadamente 6,3%. No entanto, o reajuste dos combustíveis nos primeiros meses do ano tem preocupado especialistas e trabalhadores, já que o preço da gasolina e do diesel subiu até 4,59% nas últimas semanas, segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
O impacto desse aumento vai além do abastecimento dos veículos. Como o Brasil tem grande dependência do transporte rodoviário, a alta nos combustíveis encarece o frete e reflete no preço dos alimentos e de outros produtos essenciais. Ou seja, mesmo com um aumento nominal no salário mínimo, o poder de compra da população pode ser reduzido diante do encarecimento do custo de vida.
Se compararmos o reajuste salarial com a alta dos combustíveis, o trabalhador sente no dia a dia que a renda extra pode não ser suficiente para compensar as despesas. Para um motorista que abastece um carro popular com tanque de 50 litros, por exemplo, um aumento de R$ 0,20 no litro da gasolina já representa um gasto extra de R$ 10 a cada abastecimento completo. Para caminhoneiros e transportadores, que dependem do diesel para rodar milhares de quilômetros por mês, o impacto é ainda mais significativo.
Além dos combustíveis, outros serviços básicos, como energia elétrica, gás de cozinha e alimentos, também tiveram reajustes, o que dificulta ainda mais o equilíbrio financeiro das famílias.
O aumento do salário mínimo sempre gera expectativas de melhora na renda da população, mas, sem um controle eficiente da inflação, o crescimento real do poder de compra pode ser comprometido. Caso o preço dos combustíveis continue subindo, há o risco de um efeito cascata que impacte diversos setores da economia, tornando mais difícil para os brasileiros sentirem, na prática, os benefícios do reajuste salarial.
Enquanto isso, trabalhadores e economistas seguem atentos aos próximos movimentos do governo em relação à política de preços dos combustíveis e medidas que possam minimizar os impactos da alta no custo de vida.
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