
Caminhão parado pela PRF. foto: reprodução
Na tarde da última terça-feira (22), por volta das 15h30, agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Seabra, na região da Chapada Diamantina (BA), identificaram adulterações em um rodotrem apresentado voluntariamente à Unidade Operacional local.
O próprio condutor procurou os policiais relatando suspeitas de que as placas dos semi-reboques teriam sido substituídas por seu empregador. Diante da denúncia, a equipe iniciou uma inspeção minuciosa nos elementos identificadores dos veículos.
Após análise técnica, foi constatado que as placas ostentadas não correspondiam aos semi-reboques efetivamente abordados. Além disso, durante a verificação da documentação, os policiais identificaram indícios de falsificação no Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) do caminhão trator, com diversas inconsistências nos dados apresentados.
Diante das evidências, a PRF confirmou a ocorrência dos crimes de:
O motorista, os documentos suspeitos e as placas foram encaminhados à Delegacia da Polícia Civil de Seabra, que ficará responsável pela continuidade das investigações.
A PRF reforça a importância da colaboração dos próprios motoristas para coibir irregularidades e destaca que ações como essa contribuem para o fortalecimento da segurança no transporte rodoviário de cargas.
Um grave acidente registrado na noite de sexta-feira (13) terminou com a morte de um caminhoneiro na Campina Verde, no…
Um vídeo que começou a circular nas redes sociais está chamando atenção de caminhoneiros e já ultrapassa mais de 400…
Lideranças de caminhoneiros de várias regiões do Brasil devem se reunir nesta segunda-feira (16) no Porto de Santos, em São…
Uma ação civil pública protocolada pela Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (ABRAVA) pode mexer diretamente com o preço…
Uma decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) chamou atenção ao ampliar quem pode receber indenização em casos de morte…
O aumento no preço do diesel já está mudando a conta das viagens nas estradas. Para entender o impacto real…
Este site utiliza cookies.