
Acidente gravisso com caminhoneiro. Foto: reprodução
Um susto e tanto sacudiu a madrugada desta segunda-feira em Itapiranga (SC), quando um caminhoneiro, de cerca de 30 anos, teve sua cabine brutalmente amassada ao colidir na traseira de outro caminhão estacionado na Avenida Uruguai, próximo à fábrica de ração da JBS. A força do impacto impediu que ele abrisse a porta, deixando-o preso entre as ferragens até a chegada dos bombeiros.
Os bombeiros precisaram usar ferramentas específicas no delicado e tenso processo de desencarceramento, cortando partes da estrutura metálica para libertar o motorista. Após o resgate, ele conseguiu sair por seus próprios meios, embora estivesse visivelmente abalo emocional. Mesmo com o susto, além de uma leve escoriação no joelho direito e tontura — agravada pela pressão arterial — a situação era estável o suficiente para que fosse encaminhado ao Hospital Sagrada Família para avaliação médica.
Este episódio, embora felizmente sem vítimas fatais, serve como um lembrete cruel da vulnerabilidade de condutores diante da fragilidade das cabines quando um impacto acontece de forma repentina. Nas mãos dos bombeiros, cada segundo importou para evitar algo ainda mais grave. O alívio de constatarmos que, mesmo sob pressão, o profissional pôde caminhar aparentemente sem ferimentos graves é uma luz em meio ao susto que quase virou tragédia silenciosa.
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