
Foto: Marcos Labanca/Arquivo
O país depende do transporte rodoviário para movimentar mais de 60% de toda a carga nacional, incluindo alimentos, combustíveis, materiais de construção e insumos industriais. No entanto, o número de profissionais qualificados e dispostos a permanecer na estrada vem diminuindo rapidamente.
Os motivos são claros: baixa valorização, longas jornadas, insegurança nas estradas, alto custo do diesel e falta de pontos de parada adequados. Muitos motoristas estão migrando para outras profissões mais estáveis, com melhor remuneração e qualidade de vida.
Se essa tendência continuar, a cadeia logística corre risco de colapso. Sem caminhoneiros suficientes, haverá atrasos, aumento de custos e perda de competitividade — especialmente em setores como o agronegócio, que depende do escoamento rápido da produção.
Empresas já sentem o impacto e estão contratando motoristas com pouca experiência, investindo em treinamentos internos e melhores condições de trabalho para tentar reverter o cenário.
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