
Foto: Rodolfo Buhrer/Reuters
A greve dos caminhoneiros marcada para essa quinta (04/12/2025) mal chegou a ser noticiada. Mesmo com alguns avisando que iriam parar, o dia trouxe estradas do Brasil em movimento nada de interdições, atos ou engarrafamentos por causa da greve.
O apelo pela greve partiu de líderes que entregaram pedidos ao governo, exigindo avanços no transporte de mercadorias, um piso mínimo nos fretes e tratamento mais justo para trabalhadores independentes, além de outros pontos.
Mas a movimentação logo esfriou – ninguém aderiu de verdade, tampouco apareceram atos registrados.
Quem acompanhou o protesto diz que uns 20% dos motoristas só apoiaram a greve — uma fatia pequena demais pra mudar alguma coisa no trânsito das rodovias.
Quem achava que a greve ia mudar alguma coisa se surpreendeu: caminhões rodaram como sempre, negócios continuaram enviando produtos, distribuidoras abriram as portas e quase nada atrapalhou o fluxo de entrega pelo país.
Muitos na área já duvidavam da paralisação por conta das rachaduras nos sindicatos, porque vários grupos não apoiaram e ninguém tinha certeza das metas do protesto — principalmente depois que alguns chefes começaram a juntar reivindicações de trabalho com interesses partidários.
No fim, aquilo que prometia ser um dia de paralização acabou sendo apenas outra manhã qualquer. O caminhoneiros continuam carregando e descarregando. Pra boa parte dos motoristas, a mensagem entrou: quando falta combinação entre gente e força coletiva, até paralisação parece sossego.
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