
Caminhoneira Juliana procurou a patrulha do consumidor para resolver o problema
Uma caminhoneira passou por uma situação complicada após comprar um caminhão zero km por mais de R$ 725 mil e descobrir que o veículo não veio como foi prometido na hora da venda.
Segundo ela, o vendedor garantiu que o caminhão teria itens móveis, como o defletor e a saia lateral, que facilitam o acesso a partes importantes do veículo, como bateria e sistema de abastecimento. Só que depois da entrega, ela percebeu que várias peças eram fixas, o que dificulta o uso no dia a dia.
O problema vai além do desconforto. Para fazer tarefas simples, como abastecer o Arla 32, ela precisa levantar toda a cabine do caminhão, o que exige retirar objetos de dentro e aumenta o risco de danos. Além disso, a peça instalada começou a apresentar falhas, com parafusos soltando e partes trincando.
A situação gerou ainda mais revolta quando a concessionária informou que só faria a troca da peça mediante pagamento de cerca de R$ 10 mil, mesmo sendo algo prometido no momento da compra.
O caso foi parar em uma reportagem de defesa do consumidor, onde foi lembrado que, pelo Código de Defesa do Consumidor, tudo que é prometido pelo vendedor deve ser cumprido, mesmo que não esteja detalhado no pedido.
Após a repercussão, a concessionária sinalizou que pode resolver o problema e realizar a troca sem custo, mas ainda depende de confirmação e prazo para execução do serviço.
Enquanto isso, a caminhoneira segue trabalhando com o veículo com dificuldades e afirma que a situação já causou prejuízos, inclusive na decisão de não comprar outro caminhão da mesma marca.
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