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Transportadoras que não oferecem boas condições de trabalho e salário vão sofrer com a falta de motoristas

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Falta de caminhoneiro Rio Grande do Norte tem 23 fretes por motorista

A conta começou a chegar para quem nunca deu atenção para o motorista. Transportadoras que não oferecem boas condições de trabalho e salário já estão enfrentando dificuldade para manter caminhão rodando.

Não é de hoje que o profissional reclama de jornada puxada, tempo parado sem receber, pressão por entrega e pouco reconhecimento. Durante anos, muita empresa ignorou isso. Agora o reflexo aparece: falta gente disposta a encarar a estrada.

Hoje o cenário mudou. O motorista não aceita qualquer condição como antes. Quem continua pagando pouco, atrasando ou não dando estrutura, simplesmente não consegue mais preencher vaga.

Enquanto isso, empresas que entenderam o recado e passaram a valorizar o profissional estão saindo na frente. Melhoraram pagamento, respeitam descanso e dão mais segurança. Resultado: conseguem manter equipe e operação.

O problema é que ainda tem muita transportadora achando que nada mudou. Continua exigindo muito e oferecendo pouco. Só que agora o mercado não aceita mais isso.

Com menos motoristas disponíveis, o poder de escolha está nas mãos de quem dirige. E quem não acompanhar essa mudança vai ver caminhão parado no pátio e contrato sendo perdido.

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    Sobre o autor

    Nascido em Ceilândia e criado no interior de Goiás, sou especialista em transporte terrestre e formado em Logística. Com ampla experiência no setor, dedico-me a aprimorar processos de transporte e logística, buscando soluções eficientes para o setor.