
Caminhoneiro triste ao lado do seu caminhão.
Com a corrida eleitoral de 2026 ganhando força e o senador Flávio Bolsonaro aparecendo competitivo em levantamentos recentes, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva passou a reforçar medidas voltadas aos caminhoneiros, categoria que sempre teve peso político no país. Em pesquisas recentes, Lula e Flávio aparecem em disputa apertada em alguns cenários.
Nos últimos meses, o governo acelerou ações nas estradas. Uma delas é a ampliação dos pontos de parada com atendimento de saúde e estrutura de apoio para quem vive na boleia. Outra frente é o crédito para renovação de frota, que ganhou nova etapa com R$ 21,2 bilhões para financiar caminhões, ônibus e implementos, com prazo maior e juros menores para autônomos.
Parte dos analistas lembra que esse dinheiro envolve forte participação do Tesouro Nacional e amplia o volume de crédito subsidiado, o que aumenta o peso das contas públicas nos próximos anos. Segundo o governo, R$ 14,5 bilhões da nova etapa vêm diretamente do Tesouro.
Além da renovação de frota, o governo também lançou o novo programa de renegociação de dívidas, conhecido como Desenrola 2.0, tentando aliviar a situação financeira de trabalhadores endividados, inclusive muitos autônomos do transporte.
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