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Combustível

Gasolina chega a R$ 7,29 em MS antes de imposto federal zerado

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Diesel aumentou
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A gasolina voltou a assustar motoristas em Mato Grosso do Sul. Antes de o Governo Federal anunciar a desoneração dos impostos federais sobre o combustível, o litro da gasolina comum chegou a R$ 7,29 no Estado.

O valor foi encontrado em Dourados, segundo levantamento da ANP divulgado pelo Jornal Midiamax. A pesquisa considerou os preços praticados entre os dias 4 e 10 de outubro. No Estado, a média da gasolina comum ficou em R$ 6,42.

Campo Grande teve o menor preço encontrado entre os municípios pesquisados, com litro a R$ 6,09. Na Capital, a média foi de R$ 6,28, enquanto o valor máximo chegou a R$ 6,79.

Em Dourados, além do maior preço registrado, a média ficou em R$ 6,68. Já Corumbá teve a maior média do levantamento, com R$ 7,06 por litro. Ponta Porã registrou média de R$ 6,71, e Três Lagoas ficou em R$ 6,46.

Na sexta-feira (9), o Governo Federal anunciou a prorrogação da desoneração da gasolina por mais 30 dias. Segundo o Ministério da Fazenda, a medida zera as alíquotas federais de PIS/Pasep, Cofins e Cide sobre a gasolina.

A redução informada pelo governo passou de R$ 0,63 para R$ 0,89 por litro de gasolina A. Mesmo assim, isso não significa queda automática no mesmo valor para o consumidor final, já que o preço na bomba depende de distribuidoras, postos, estoques e margem de revenda.

O etanol também entrou no pacote. O governo prorrogou a alíquota zero de PIS/Pasep e Cofins sobre o combustível, equivalente a R$ 0,19 por litro. Em Mato Grosso do Sul, o etanol teve média de R$ 3,99, com preços entre R$ 3,69 e R$ 4,97.

Para quem tem carro flex, o etanol pode continuar sendo uma alternativa. Pela conta usada por muitos motoristas, ele costuma valer a pena quando custa até 70% do valor da gasolina. Com a gasolina média a R$ 6,42, esse limite seria perto de R$ 4,49.

O diesel também apareceu caro no levantamento. Em Mato Grosso do Sul, o combustível teve média de R$ 6,76, com preço máximo de R$ 7,78. Esse valor pesa principalmente para caminhoneiros, transportadores e quem depende da estrada para trabalhar.

Agora, a expectativa é saber se a desoneração anunciada pelo governo será repassada ao consumidor. Enquanto a queda não aparece de forma clara nas bombas, pesquisar antes de abastecer continua sendo a melhor forma de economizar.

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Sobre o autor

Nascido em Ceilândia e criado no interior de Goiás, sou especialista em transporte terrestre e formado em Logística. Com ampla experiência no setor, dedico-me a aprimorar processos de transporte e logística, buscando soluções eficientes para o setor.