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Caminhoneiro

Caminhoneiros cobram água, comida e banheiro da Rumo e caso chega ao STF

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Caminhoneiros cobram água, comida e banheiro da Rumo e caso chega ao STF

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou um recurso da Rumo Malha Norte e manteve na Justiça do Trabalho uma ação que cobra o fornecimento de água potável, alimentação e banheiros químicos para caminhoneiros que enfrentam longas filas no terminal da empresa, em Rondonópolis (MT).

A decisão foi assinada na sexta-feira (9) e publicada nesta terça-feira (13).

A ação foi apresentada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Empresas do Transporte Terrestre de Rondonópolis e Região (STTRR), que também pede indenização por danos morais coletivos devido às condições enfrentadas pelos motoristas durante a espera para carregar ou descarregar.

A Rumo tentou levar o processo para a Justiça comum, alegando que os caminhoneiros são profissionais autônomos e não possuem vínculo de emprego com a empresa. A concessionária argumentou que a discussão envolve contratos comerciais de transporte.

Flávio Dino não aceitou a justificativa. Segundo o ministro, a ação trata das condições de saúde, higiene e segurança dos motoristas, assunto que deve ser analisado pela Justiça do Trabalho, mesmo quando não existe vínculo empregatício.

Com a decisão, o processo continua na Justiça do Trabalho, onde serão analisados os pedidos feitos pelo sindicato. A decisão do STF não representa um julgamento definitivo sobre o fornecimento de água, comida e banheiros. A Rumo ainda pode recorrer à turma do Supremo.

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Sobre o autor

Um amante de veículos pesados devido grande influência do pai. Aos 7 anos de idade o seu maior sonho era ser motorista de transporte coletivo, no entanto, no ano de 2014 ingressou em uma empresa de transporte coletivo, como jovem aprendiz onde juntamente com seu amigo de trabalho fundou o Brasil do Trecho.