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Caminhoneiro

Greve dos caminhoneiros perde força para o dia 5 e transportadoras ficam fora da mobilização

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Greve dos caminhoneiros perde força para o dia 5 e transportadoras ficam fora da mobilização
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A possível greve dos caminhoneiros anunciada para quinta-feira (5) começa a perder força depois que lideranças da categoria negaram a existência de uma paralisação nacional. Até esta terça-feira (3), também não havia confirmação de adesão das principais entidades do transporte de cargas.

Wallace Landim, conhecido como Chorão, presidente da Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava), afirmou que não existe greve nacional programada para novembro. Segundo ele, informações antigas sobre paralisações voltaram a circular nas redes sociais como se fossem atuais.

O Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas do Estado da Bahia (SETCEB) também divulgou informações apontando que nenhuma das entidades nacionais consultadas confirmou oficialmente o movimento. As transportadoras associadas seguem acompanhando as negociações, sem anúncio de adesão à paralisação.

Na Paraíba, o presidente do Sindicato dos Caminhoneiros, Emerson Galdino, confirmou que a entidade não pretende participar do movimento. Ele classificou a possível greve como uma mobilização de caráter político e descartou a participação do sindicato.

A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Logística (CNTTL) também negou a existência de uma mobilização nacional. A entidade informou que continua conversando com o governo federal sobre as reivindicações dos profissionais.

Entre as principais reclamações dos caminhoneiros estão o preço elevado do diesel, os custos de manutenção dos veículos e o cumprimento do piso mínimo do frete. Apesar da insatisfação, não existe até agora uma convocação nacional formal para o dia 5 de novembro.

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Sobre o autor

Um amante de veículos pesados devido grande influência do pai. Aos 7 anos de idade o seu maior sonho era ser motorista de transporte coletivo, no entanto, no ano de 2014 ingressou em uma empresa de transporte coletivo, como jovem aprendiz onde juntamente com seu amigo de trabalho fundou o Brasil do Trecho.