A crise financeira enfrentada pelos Correios resultou no atraso dos salários de janeiro para parte dos funcionários, especialmente em São Paulo. De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos e Similares de São Paulo (Sintect-SP), a centralização dos serviços de Recursos Humanos em Minas Gerais contribuiu para a desorganização do sistema de pagamentos. A estatal, sob a administração do advogado Fabiano Silva dos Santos, acumula um prejuízo histórico de R$ 3,2 bilhões. Em resposta, a empresa alegou “inconsistências” em algumas rubricas e dados bancários desatualizados como causas do atraso, afetando 124 pagamentos. O sindicato contesta esse número e planeja ações legais por descumprimento de acordos trabalhistas.
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