Durante anos, os caminhoneiros foram vistos como a base que sustenta o país, mas também como os profissionais que mais sofrem com jornadas exaustivas, baixos salários e falta de reconhecimento. Agora, esse cenário começa a mudar.
Cada vez mais motoristas estão se unindo para reivindicar melhores condições de trabalho, respeito e valorização. Seja através das redes sociais, sindicatos ou grupos independentes, os caminhoneiros têm mostrado que não aceitam mais ser explorados.
O movimento reflete uma nova consciência da categoria, que entende a importância do seu papel na economia nacional e exige contrapartidas justas — desde o cumprimento da Lei do Descanso até o fim das pressões abusivas de transportadoras e embarcadores.
Como dizem muitos nas estradas: “caminhoneiro não é besta, é trabalhador que move o Brasil e quer apenas o que é de direito”.

