A empresa também aponta presença em 18 estados e no Distrito Federal, além de uma estrutura com dezenas de garagens e centenas de pontos de venda. Esse tamanho explica por que a frota precisa ser grande. Em viagens longas, um ônibus não termina uma rota e volta imediatamentA maior empresa de ônibus do Brasil, quando o recorte é uma viação individual, tem uma frota que passa de 1.500 veículos. O número é da Gontijo, empresa mineira conhecida pelas viagens de longa distância e pela presença em várias regiões do país.
A operação ajuda a mostrar como uma empresa desse porte precisa funcionar todos os dias. Não se trata apenas de colocar ônibus na pista. Por trás de cada viagem existe garagem, manutenção, troca de motorista, limpeza, revisão, venda de passagem, controle de horários e atendimento ao passageiro que depende daquele deslocamento para trabalhar, estudar, visitar a família ou voltar para casa.
A Gontijo informe para outra como se fosse um carro de aplicativo. Ele precisa cumprir escala, parar, receber manutenção e voltar para a operação com segurança.
Nos bastidores, a conta pesa. Pneu, diesel, peça, mecânica, salário, pedágio, seguro e renovação de veículos fazem parte do custo diário. Quando um ônibus quebra, atrasa ou fica parado, o impacto não fica só na garagem. Atraso mexe com conexão, compromisso, entrega de serviço e confiança do passageiro.
A renovação também entra nessa conta. Em 2025, a Gontijo anunciou investimento para colocar novos ônibus em operação, reforçando linhas importantes e tentando equilibrar custo, conforto e disponibilidade. Para quem viaja, isso aparece em poltronas melhores, veículos mais novos e menos desgaste durante o trajeto.
O dado dos mais de 1.500 veículos mostra que uma grande empresa de ônibus é quase uma cidade em movimento. Cada carro na frota representa escala, manutenção, gente trabalhando e passageiro esperando chegar no horário certo.