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Caminhoneiro fica revoltado após colocar 651 litros de diesel, caminhoneiro revela valor dos impostos

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Caminhoneiro fica revoltado após colocar 651 litros de diesel, caminhoneiro revela valor dos impostos
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Um caminhoneiro gravou um vídeo revoltado depois de abastecer o veículo e conferir com mais atenção as informações impressas no cupom fiscal. A compra de 651,01 litros de diesel terminou com uma conta de R$ 4.485,46.

O valor do abastecimento já era alto, mas o que mais incomodou o motorista apareceu nas letras pequenas do comprovante. Segundo ele, o documento indicava aproximadamente R$ 511,34 em tributos federais e R$ 1.094,45 em tributos estaduais relacionados à compra.

Somados, os impostos estimados no cupom chegaram a R$ 1.605,79. O valor representa mais de um terço do total pago no abastecimento, levando em consideração a estimativa tributária apresentada pelo próprio estabelecimento.

Durante a gravação, o caminhoneiro mostrou os números e questionou o peso dos impostos para quem depende do caminhão para trabalhar. O diesel é uma das principais despesas de motoristas autônomos e empresas de transporte, principalmente em viagens longas, nas quais o veículo pode consumir centenas de litros.

Além do combustível, ele comprou dois baldes de Arla 32, produto utilizado em caminhões a diesel para ajudar na redução da emissão de gases poluentes. Os dois recipientes custaram juntos R$ 218.

No cupom referente ao Arla, também foram informados valores aproximados de impostos. A estimativa apresentada foi de R$ 29,32 em tributos federais e R$ 39,24 em tributos estaduais, totalizando R$ 68,56.

Considerando o diesel e os dois baldes de Arla, o caminhoneiro desembolsou R$ 4.703,46. Já a soma de todos os tributos estimados nos comprovantes chegou a R$ 1.674,35.

Os valores mostrados no cupom não significam necessariamente uma cobrança adicionada separadamente no momento do pagamento. Normalmente, a nota fiscal apresenta uma estimativa da carga tributária que já está incluída no preço final dos produtos.

No vídeo, porém, o motorista afirma que a informação causa revolta diante dos custos enfrentados por quem vive na estrada. Além do combustível, caminhoneiros ainda precisam pagar manutenção, pneus, pedágios, alimentação e outras despesas para manter o veículo rodando.

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    Sobre o autor

    Um amante de veículos pesados devido grande influência do pai. Aos 7 anos de idade o seu maior sonho era ser motorista de transporte coletivo, no entanto, no ano de 2014 ingressou em uma empresa de transporte coletivo, como jovem aprendiz onde juntamente com seu amigo de trabalho fundou o Brasil do Trecho.