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Caminhoneiro preso injustamente não consegue emprego

Caminhoneiro preso injustamente, Jean Tomé tem três filhos e passa por dificuldades, estar vendendo bombom e cocada para manter a família

Caminhoneiro preso injustamente em julho de 2014, Jean foi assaltado com uma carga de cerveja que tinha saído de João pessoa na Paraíba com sentido São Luís Maranhão. Embora na saída da cidade de Caxias Maranhão por volta das 07 horas da noite foi interceptado por dois homens armados em uma S10 preta e tirado do caminhão e colocado no carro. Enquanto estavam encapuzado e rodaram muito com ele e o abandonaram em uma estrada sentido Barra do corda Maranhão. Por volta das 3 da manhã, ele encontrou em um posto fechado depois de caminhar em uma escuridão.

Posteriormente no posto parou uma caminhonete com uma senhora passando mal, Jean explicou o ocorrido e ajudaram com uma carona pra ele até a delegacia da cidade. Todavia chegando lá ele informou a empresa registrou boletim e pegou uma carona até a cidade de Bacabal, onde ficava a sede da empresa.  A princípio o caminhão foi encontrado e alguns dias depois a carga também foi encontrada pelo rastreamento, Jean prestou todos os esclarecimentos a polícia.

Posteriormente foi intimado pra comparecer a delegacia de Caxias pra prestar esclarecimentos já que o assaltado ocorreu lá, foi ouvido e liberado. Passados meses do ocorrido foi intimado a apresentar defesa pois surpreendentemente estava sendo acusado de ter roubado a carga junto com os assaltantes. Foi um choque para a família que constituiu advogado e apresentou a defesa prévia, no entanto um ano após policiais realizaram a prisão de Jean. Então, ele foi encaminhado ao presídio. Pois era um mandado de prisão preventiva do assaltado de Caxias.

Fatos da prisão

Jean estava trabalhando, residência fixa, não deixou de atender ao chamado da justiça. Sem recursos a família não pode custear as despesas do advogado pra ir até Caxias, já que moramos em São Luís. Acima de tudo sua esposa grávida de sete meses e gravidez de risco, era a única em busca da liberdade do esposo. Com ajuda conseguiu ir a Caxias e falar com o juiz. Em resumo, Dr Sidarta que prontamente atendeu a esposa informou que a delegada tinha pedido na época do assalto a prisão preventiva.

E após oito dias o juiz assinou o alvará de soltura e Jean foi libertado da prisão, provando que foi injustamente, porém, não bastasse o erro da polícia e da justiça. Os oito dias preso a imprensa colocando imagens dele, como se fosse parte de uma quadrilha de roubo de cargas. Acabou com vidas do inocente Jean e toda sua família. Diversos erros na apuração, um dia antes Jean estaria em João pessoa e não teria como está em Caxias Maranhão. Muito menos as pessoas que foram presas com a carga o reconheceram.

Liberdade

Pois bem Jean ficou solto mais com sua dignidade abalada, ao procurar trabalho onde era recrutado as seguradoras bloqueavam. Passamos a vender bombons, cocadas para sustentar nossos três filhos. Após colocar as seguradoras na justiça, assim, elas desbloquearam ele a buonny e Pamcary. Aonde sempre era negativando em novas oportunidade de emprego. Em 2018 saiu a sentença onde o próprio ministério público pede a absorção dele por falta de provas.

Sobretudo o processo transitado e julgado a pensou que o pesado tinha acabou. Ainda assim o pesadelo da família só começava, depois disso ele só conseguiu passar alguns meses em uma empresa que foi colocado por indicação e por diminuição de quadro foi um dos primeiros a ser cortado. Depois só conseguiu bicos, Ele continua desempregado e toda vez que tem seleção ele é reprovado e a resposta são om a finalidade de publicações em sites.

Em virtude de, consta que ele faz parte de uma quadrilha, logo ninguém dar uma oportunidade de emprego. A Família conta que fosse como ele continua-se preso de certa forma, e estão passando por dificuldades financeiras, tem três crianças pequenas. Muitos blogs tiraram a matéria e querem fazer matéria positiva só que a pior é a mirante Maranhão que colocou no G1, que destaca com uma grande visibilidade e assim ficamos nessa situação.

Apesar de toda a situação Jean Tomé, procura apenas que alguma transportadora que faça o nordeste de uma oportunidade para que ele mostre seu potencial. Jean tem 43 anos de idade e uma vasta experiencia de 25 anos como caminhoneiro com disposição para encarar a profissão que tanto gosta. Jean quer apenas ser tratado como um cidadão do bem, sem qualquer ser descriminada por algo que não fez.

Contatos para ajudar o Jean:

Jean:     (98) 981676156  / (98) 982986215

João Neto

Nascido em Ceilândia e criado no interior de Goiás, sou especialista em transporte terrestre e formado em Logística. Com ampla experiência no setor, dedico-me a aprimorar processos de transporte e logística, buscando soluções eficientes para o setor.

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