
Reveja algumas greves que marcaram a categoria:
1979: A partir da década de 70, a categoria começou a demonstrar revolta e resolveram se unir para uma paralisação. Eles pediam mais segurança e melhorias nas estradas, aumento do preço do frete, criação de um sindicato que representasse os caminhoneiros, entre outras demandas.
Presidente: João Figueiredo
2004: No dia 27 de julho de 2004 cerca 400 mil profissionais resolveram cruzar os braços para cobrar melhorias nas rodovias e melhores condições de trabalho.
“Todos que vivem nas rodovias não aguentam mais as suas péssimas condições”, afirmou o presidente da Abcam, José da Fonseca Lopes.
Presidente: Luiz Inácio Lula da Silva
2012: No dia 1 de julho a classe parou para reivindicar a diminuição do preço do diesel e pedágios, além de melhorias nas estradas.
Presidente: Dilma Rousseff
2013: Caminhoneiros instigados pela MUBC (Movimento União Brasil Caminhoneiro), fecharam 22 rodovias, principalmente pontos estratégicos de escoamento e tráfego. O movimento durou 05 dias com grande efeito negativo para indústrias que já diziam estar desabastecidas.
Presidente: Dilma Rousseff
2015: A greve deu um prejuízo estimado em 1 bilhão de reais apenas para o setor agrícola que foi um dos mais afetados. Com grande aderência e pressão dos caminhoneiros fechando estradas e caminhões parados, no dia 02 de março de 2015, encerrou a paralisação após sanção da lei dos caminhoneiros.
Presidente: Dilma Rousseff
2018: O brasileiro sofreu na pele com a greve daquele ano, a escassez de alimentos, remédios, e da gasolina, formando filas quilométricas nos postos, além da alta dos preços, fez o povo sentir na pele o valor e a contribuição dos caminhoneiros para o país. Voos cancelados, frota de ônibus reduzida, decretos de calamidade pública e estado de emergência, marcaram esse período de greve com grande adesão à classe.
Presidente: Michel Temer
2021: No dia 26 de Julho de 2021 caminhoneiros autômos resolveram reivindicar ;
Com pouca adesão da classe, a greve não deslanchou.
Presidente: Jair Messias Bolsonaro
É perceptível que as reivindicações continuam as mesmas, mas infelizmente as soluções não aparecem. Com mais um movimento frustrado em 2021, resta saber quando a situação que se estende há anos vai mudar.
Redação – Brasil do Trecho
Esta publicação foi modificada pela última vez em 27 de julho de 2021 10:26
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