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Caminhoneiro

Ele rodou por 25 dias, recebeu R$ 2.500 e decidiu parar o caminhão

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Ele rodou por 25 dias, recebeu R$ 2.500 e decidiu parar o caminhão
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Depois de passar 25 dias na estrada, um caminhoneiro decidiu deixar o caminhão estacionado em um posto após receber apenas R$ 2.500 pelo período trabalhado. Antes de sair do local, ele pegou o celular e gravou o veículo para registrar as condições em que estava sendo entregue.

No vídeo, o motorista explica que fez a gravação para se proteger de possíveis acusações posteriores. A intenção, segundo o relato dele, era mostrar que o caminhão permanecia no posto e documentar seu estado naquele momento. Ele temia ser responsabilizado por algum dano ou problema que pudesse aparecer depois de sua saída.

O valor recebido foi o ponto que levou o profissional a tomar a decisão. Ele demonstrou revolta ao contar que ficou quase um mês rodando e, no fim, recebeu R$ 2.500. A quantia gerou insatisfação porque, na visão do caminhoneiro, não correspondia ao tempo que passou trabalhando longe de sua rotina.

A atitude foi registrada pelo próprio motorista. Ele mostrou o caminhão, falou sobre o pagamento e explicou por que não seguiria viagem. O veículo ficou parado no posto, enquanto ele deixou claro na gravação que não queria continuar o serviço naquelas condições.

Até o momento, não há informação sobre a identidade do caminhoneiro, o nome da empresa responsável pelo veículo ou a cidade onde o caminhão foi deixado. Também não foi informado se os R$ 2.500 eram salário, adiantamento, comissão, saldo líquido ou pagamento de frete.

Sem esses dados, não é possível saber se havia outros valores previstos em contrato, descontos ou despesas acertadas entre as partes. A versão apresentada é a do motorista na gravação, e não há posicionamento conhecido da empresa citada por ele.

A filmagem funciona como um registro feito antes de o caminhoneiro se afastar do veículo. Esse cuidado pode ajudar a identificar como o caminhão estava, onde foi estacionado e em qual situação ficou, desde que o vídeo tenha imagens claras e informações que permitam confirmar o local e o horário.

Os 25 dias de trabalho e o pagamento de R$ 2.500 foram informados pelo próprio caminhoneiro. Não foram apresentados recibos, contrato ou comprovantes que confirmem a situação.

Também não há confirmação sobre o que aconteceu depois, se outro motorista buscou o caminhão ou se houve acordo para o pagamento de algum valor restante. O relato termina com o veículo no posto e com o profissional explicando que preferiu registrar tudo antes de ir embora.

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    Sobre o autor

    Um amante de veículos pesados devido grande influência do pai. Aos 7 anos de idade o seu maior sonho era ser motorista de transporte coletivo, no entanto, no ano de 2014 ingressou em uma empresa de transporte coletivo, como jovem aprendiz onde juntamente com seu amigo de trabalho fundou o Brasil do Trecho.