
Foto: revistagloborural.
Rubia lembra que era integralmente dedica a casa e aos filhos, no entanto, em busca da as independência ela se tornou caminhoneira decidiu sair de casa e se tornou motorista de caminhão. No entanto, o que ela não sabia é que iria encarar as dificuldades das estradas brasileiras no comando de uma Scania 113.
Atualmente Rubia roda quase mil quilômetro por dia, trabalhando no escoamento da safra de grãos no estado do Paraná, que confessa apenas que não gosta de passar o final de semana longe da sua casa, a sua saudade dos filhos é grande.
A Rubia atualmente viaja com o seu pai, que nunca foi trabalhar com caminhão, no entanto, para apoiar sua filha o pai que já é aposentado acompanha sua filha em todas as viagens como um incentivo a sua nova profissão. O caminhão foi um presente do seu pai e a Rúbia conta que no momento que lavava a louça ficava observando o caminhão pela janela.
Ela relembra que existem poucas mulheres na estradas e que em sua opinião existem dois fatores para que isso aconteça. Coragem que poucas mulheres têm para trabalhar fora de casa, oportunidade que quase não existe para as mulheres que não tem experiência na profissão.
Junior – Brasil do Trecho
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