
Desde 2016, após a obrigatoriedade do exame toxicológico para os condutores de categoria C, D e E que conduzem caminhão, ônibus e carretas, uma pesquisa foi feita e identificou uma redução de 3,6 milhões de motoristas que atuavam no mercado.
Especialistas acreditam que a maior parte desse número vem de profissionais que possuem a certeza que o resultado do exame não daria negativo e não conseguiriam continuar habilitados nas suas respectivas categorias.
O coordenador do SOS estradas, Rodolfo Rizzotto, afirma que a maioria deles não deixaram as estradas e podem estar trabalhando sem habilitação para empresas que não fazem questão do documento.
Pelo número de acidentes crescente envolvendo caminhoneiros que fazem uso de entorpecentes, é claro que realmente muitos deles não se submetem mais a exames toxicológicos.
Ele também ressalta que não há respaldo das empresas que empurram cargas horárias desumanas para os profissionais da área, além de condições precárias de trabalho para vários motoristas.
Redação – Brasil do Trecho
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