
Diego Vara/Reuters
Sem os aumentos previstos conforme o mercado internacional e valorização de acordo com a cotação do dólar, presidente da Petrobras alega que poderá existir falta de combustível.
Se o preço for praticado sem seguir as regras previstas, poderá acarretar em falta de combustível
Joaquim Silva e Luna, atual presidente da Petrobras comentou que os reajustes nos preços dos combustíveis são necessários para que se evitem desabastecimentos de combustíveis nos postos. O executivo da estatal alertou que a interferência nos preços é uma causa grave e terá consequências.
Alegou também que os valores precisam permitir que prossiga a importação do combustível. Afastou a possibilidade de uma mudança na política de preços da companhia, onde o Brasil não teria como evitar que acompanhe a cotação internacional do petróleo, face a importação do produto ser responsável por cerca de 30% da gasolina e do diesel comercializado no país.
Pressão política para mudanças
Apesar dos comentários de se manter a atual política praticada pela Petrobras, Luna admite que existe pressão para que o governo faça alguma mudança para conter os reajustes dos combustíveis, porém garantiu que os reajustes têm sido baseados em decisões técnicas e que essas pressões políticas não partem do presidente da República.
Luna alega que o presidente Jair Bolsonaro não faz interferência na estatal e ratificou que ele nunca pressionou a Petrobras, apesar dele buscar informações e entender o processo. Disse que o presidente Bolsonaro está preocupado e tentando encontrar uma solução junto aos seus atores.
Completou ainda que a Petrobras não deixa faltar combustível no mercado, onde ela paga tributos, royalties e gera empregos. Uma empresa robusta e que pode ajudar o país. Essa e a grande contribuição da companhia, afirmou Joaquim Silva e Luna presidente da estatal brasileira.
Redação – Brasil do Trecho
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