
Foto 01: Carla Carniel/Reuters) Foto 02: Foto: Portal DBO Foto 03: Filipe Jordão / JC Imagem
Os caminhoneiros vêm passando por um ano muito complicado, a desvalorização do frete que não tem uma fiscalização eficiente para garantir ao menos o piso mínimo por lei. Outro ponto é o constante aumento no preço do óleo diesel que vem sufocando ao máximo o pequeno lucro que a classe vem ganhando ultimamente.
Portanto, a classe já realizou 3 greves apenas durante o ano de 2021, entre elas duas buscavam melhorias para a categoria em geral que, no entanto, foram as duas greves que não renderam muito.
A primeira greve realizado em 2021
Os caminhoneiros realizaram a primeira greve do ano em 01/02/2021 em busca de melhorias para a categoria, mas infelizmente não vingou e a categoria teve logo que retornar ou serviço.
Na época diversos líderes sindicalistas tentavam dialogar com o governo em busca de melhorias como alternativas para diminuir o PIS/Confis., praticamente todos os sindicalista não era a favor da paralisação que a categoria estava buscando.
Dessa maneira, com baixa adesão principalmente de lideranças sindicais, os caminhoneiros voltaram a trabalhar normalmente, apenas com promessas do governo que não foram cumpridas.
A Segunda greve foi de cunho político
A segunda greve foi um movimento entre empresários do agronegócio, novamente representantes sindicalistas foram contra ao movimento, primeiro que o movimento não tinha nenhuma solicitação em busca de melhorias para a categoria.
Em segundo lugar para os sindicalistas, o movimento não se passava de uma manobra de politicagem antidemocrática. A pauta pedia a destituição do Supremo Tribunal Federal (STF) pedido que não iria atender em nada os problemas vivenciados pelos caminhoneiros.
E por incrível que pareça essa foi a greve de 2021 que mais rendeu e gerou muito alvoroço, são movimentos como esse que deixa uma imagem da classe dos caminhoneiros negativa.
A Terceira greve com pressão dos caminhoneiros autônomos
Realizada em 01/11/2021 principalmente envolvendo os sindicalistas e caminhoneiros autônomos, a categoria que representa 60% do transporte de cargas do Brasil, afirma não aguentar mais carregar o Brasil com o valor do diesel atual.
O movimento teve pontos de concentração, mas que não foram expressivos para se tornar um grande movimento a ponto de pressionar o atual governo. O atual presidente Jair Bolsonaro, que estava fora do Brasil no dia da greve, afirmou que estava acompanhando e já anunciou um novo reajuste no valor do diesel.
Em resumo as paralisações sem direcionamento vêm trazendo mais prejuízo do que benefícios para a categoria. Infelizmente a classe não tem uma união e acabam desvalorizando o movimento que tem muitos compromissado em busca de melhorias.
Redação – Brasil do Trecho
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