
Foto: Mercedes Benz
Diante do aumento de 65% do diesel no acumulado do ano, categoria decide parar.
Aumentos sucessivos mobilizam a categoria sendo agora o agronegócio
Os caminhoneiros autônomos resolveram se mobilizar, sem bloquear as estradas, reivindicando uma melhor remuneração junto às empresas contratantes.
Anteriormente, foram os tanqueiros que tinham parado suas atividades em três estados, Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro, porém a mobilização não ganhou força. No caso da paralisação recente no porto de Santos, a classe conseguiu ganhos acima da tabela de frete e decidiram terminar a greve, nesta segunda (8).
Agora é a vez dos caminhoneiros ligados ao agronegócio, no Mato Grosso, onde recolheram seus veículos para negociarem o frete.
O diretor executivo da CNTA – Confederação Nacional de Transportadores Autônomos, Marlon Maues, diz que recomenda que não bloqueiem as estradas, mas que ao mesmo tempo seja um movimento eficaz.
A nova estratégia de paralisação, vendo sendo divulgada pelas redes sociais. No início de novembro transportadores autônomos, em Salvador na Bahia, pararam por dois dias sem bloqueios de estradas e conseguiram negociar o frete, comenta Maues.
A principal causa de descontentamento dos motoristas autônomos é em relação aos aumentos no frete, que não têm acompanhado os aumentos do diesel, que corresponde a 60% dos custos totais dos caminhoneiros. O diesel subiu 65,3% nas refinarias neste ano, e a gasolina, 73,4%, em função do aumento do preço do petróleo no mercado internacional e a variação do dólar.
Redação – Brasil do Trecho
Esta publicação foi modificada pela última vez em 11 de novembro de 2021 13:36
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