
Foto: Diorgenes Pandini /Diário Catarinense
O Presidente do CNTRC – Conselho do Transporte Rodoviário de Cargas, Plínio Dias, diz que paralisação da categoria está prevista para 2ª feira (1º).
Encontro com outras categorias pode ganhar ainda mais força
As principais lideranças dos caminhoneiros pedem além da união de outras categorias, como taxistas, motoboys e motoristas de aplicativos, o apoio popular também.
Plínio Dias, presidente do CNTRC, comentou neste sábado (30) que está se reunindo com vários representantes de outras categorias, em busca de apoio para a mobilização nacional prevista para ocorrer em 1 de novembro.
A principal reinvindicação vai de encontro aos aumentos sucessivos dos preços, onde solicitam revisão da política de paridade de importação – PPI, que reajusta os preços todas as vezes em que o preço do barril no mercado internacional sofre ajustes, afetado também a variação da cotação do dólar.
A revisão da política de aumento dos combustíveis praticada pela Petrobras, beneficiará não só a categoria, mas também toda a população brasileira, cansada de tantos aumentos, anuncia Plínio. Essa conta nunca fecha, porque a gente recebe em real e paga em dólar, reforça.
Na última quinta (28) o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, disse que o ministério não tem a pretensão de receber as lideranças dos caminhoneiros que estão organizando a paralisação de 1º de novembro, porém Plínio Dias disse que a greve só será interrompida, após o governo convocar para o diálogo.
Até o momento, o governo não chamou as lideranças nem as entidades que estão à frente da mobilização e continuam com as portas fechadas, afirmou Plínio presidente do CNTRC. Mas reforçou que a paralisação a gente vai fazer acontecer, pois temos o apoio de 59% dos trabalhadores da classe.
Como tentativa de frear o movimento, o governo Bolsonaro propôs um auxílio de R$ 400 para reduzir o impacto do aumento dos combustíveis para a classe dos caminhoneiros, mas agora o governo prevê que será descartado, pois não houve reação positiva da categoria.
Resta o Brasil observar os impactos e o tamanho da greve, que já começa a ter várias reações de outras classes e da população também, insatisfeita com todos os recentes aumentos dos combustíveis que inflacionam bens de consumo em geral.
Redação – Brasil do Trecho
Esta publicação foi modificada pela última vez em 1 de novembro de 2021 10:04
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