
Foto: Jim Allen/FreightWaves
Restando poucos dias para o Natal, transportadora norte-americana anuncia que fechará as portas, demitindo cerca de 2.100 funcionários.
Central Freight Lines é a maior empresa de transporte rodoviário a fechar desde que a Celadon encerrou suas operações em 2019
Nesta segunda (13), após 96 anos de existência a Central Freight Lines, com sede em Waco, no Texas, anunciou o encerramento de suas atividades.
O presidente da empresa Bruce Kalem, afirmou no sábado anterior que o sentimento é horrível, porém não existem mais condições para continuar operando.
Tendo muitas dívidas, a CFL mesmo tentando todas as opções existentes, para manter-se operando, não consegue mais saldar seus compromissos, devido há anos de perdas operacionais que foram minando nossa liquidez, afirma Kalem.
A última entrega da CFL será realizada no dia 20 de dezembro às vésperas do Natal.
Em um esforço final, há aproximadamente um ano atrás, a empresa reformulou toda a sua equipe executiva e a contratação do presidente interino Jerry Moyes, depois que Kalem foi levado à presidência em julho.
Uma fonte que não quis ser identificada, afirmou que achou surpreendente que não houvesse um outro grupo interessado em adquirir a empresa. Existiram apenas empresas interessadas em adquirir parte dos ativos e peças, mas não o negócio como um todo.
A CFL está em negociação com seus clientes e fornecedores, esperando ter uma liquidez suficiente para concluir as entregas ordenadamente na próxima semana.
A empresa possui um quadro de 2.100 funcionários, sendo 1.325 motoristas, com 820 empregados atuando em sua sede em Waco e que possui 65 terminais.
Apesar disso, Kalem disse que uma grande operadora está interessada em contratar muitos de seus motoristas, porém ainda não é possível citar seu nome devido ao sigilo necessário à operação e que ainda está agindo com outras transportadoras regionais, empregos para seus funcionários.
Boa parte de seus equipamentos e ativos estão em fase de venda.
Kalem afirmou que está trabalhando intensamente para quitar os fretes restantes e utilizará o tempo que lhe resta para conseguir empregos para seus funcionários, pois deve isso a eles.
Redação – Brasil do Trecho
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