
Foto: Reprodução internet
A situação atual que os caminhoneiros vivem já está tendo consequências na vida dos brasileiros. A colheita da soja já bateu recorde no preço do frete, onde o ano nem terminou ainda o primeiro trimestre.
A colheita da safra de soja 2021/2022 teve aumento no preço do frete nas localidades de Mato Grosso e Goiás, onde já assinalaram alta de 40% e em 10% nas rotas respectivamente.
Esse aumento se deve a dois fatores incomuns que estão acontecendo nesta época do ano quase ao mesmo tempo, a escolha em adiantar a colheita do grão e a última alta do diesel em 24,9% que seguiu o aumento do petróleo no mercado internacional e despejou todo o reajuste ao mercado interno.
Para a colheita de soja, os custos com diesel representam entre 30% e 40% dos gastos e quando a distância é maior esse número supera. Com o cenário de adiantamento da colheita, o fator surpresa juntamente com a maior demanda, fez com que esse percentual só aumentasse.
Outro fator que atribui a elevação do preço do frete nesta colheita foi a inflação elevada ocorrida no ano passado, que juntamente aumentou o preço dos pedágios nas rodovias, outro custo que deve ser somado dentro do orçamento caminhoneiro.
Redação – Brasil do Trecho
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