
Foto: Reprodução de video
O apresentador do vídeo já desistiu de ser caminhoneiro.
Caminhoneiro brasileiro que trabalha no Texas descreve porque passa dificuldades nos EUA
Gilmar é um caminhoneiro que vive e mora nos EUA. Ele agora esta dirigindo uma carreta prancha e carregava alumínio, levando uma hora para amarrar toda a carga.
Ele afirma que caminhoneiro é uma profissão que ele gosta muito, mas pegando umas cargas consideradas boas, pagam em torno de 4 a 4,5 mil dólares por semana e trabalhando bastante, corresponde em torno de 30% do total do frete.
O frete subiu com o diesel e aumentou bastante e com isso muitos caminhoneiros desistiram de trabalhar para empresas preferindo atuar por conta própria, pois aumentaram os carregamentos.
O fato é que o frete não acompanha exatamente os aumentos dos combustíveis, o que levou vários caminhoneiros a desistiram da profissão.
Se o caminhão não quebrar, tirando o combustível, as taxas, o seguro, o caminhoneiro ganhará em torno de 2,5 a 3,0 mil dólares por semana, correspondendo pouco mais que 20% do total do frete.
Gilmar saiu da construção e foi para caixa seca, mas atualmente ele trabalha com a prancha. Ele gosta da prancha e não se arrepende de ter saído das outras modalidades, apesar de todo o trabalho duro, sol e chuva que é obrigado a enfrentar no dia a dia.
Ele também comenta que nos EUA, não existem restaurantes que oferecem um pão com linguiça ou um bom churrasco, lá o mais comum é sanduiche, das franquias também conhecidas de foodservice no Brasil.
Ele mostra sua cabine por dentro e tem micro-ondas, geladeira, duas camas tipo beliche, TV grande, enfim, todo o conforto de uma casa.
Ele ainda comenta que nos EUA falar de conforto significa que será um caminhão Volvo. Sim ele alega que são caminhões grandes e super confortáveis.
Ele comenta sobre ser caminhoneiro nos EUA, o que precisa?
Primeiro conseguir o greencard, cidadania americana e o planet work, que são documentos e condições que permitem contratar rapidamente um caminhoneiro brasileiro para atuar nos EUA.
Ele conta como são feitos os contatos com ele, por exemplo, eles perguntam se ele quer ir para algum lugar ou voltar para a casa dele e eles então programam o transporte de acordo com a necessidade dele.
Muitas vezes eles ficam testando as áreas quentes, por exemplo, Chicago, Pensilvânia etc. O Texas é considerado uma área morna. Ele pode pegar uma carga na morna e ir para a área quente e vice-versa.
Eles finalizam acreditando que essa crise dos combustíveis vai melhorar e que o diesel vai baixar.
E você caminhoneiro do nosso Brasil, você também está com eles ou acredita que isso não ocorrerá?
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Redação – Brasil do Trecho
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