
Foto: Rodrigo Abd/AP
Como no Brasil, caminhoneiros argentinos cobram posicionamento do governo em relação à falta de diesel e ao valor da tarifa de frete.
Greve teve início nesta quarta-feira (22) e é por tempo indeterminado
Os caminhoneiros argentinos iniciaram nesta quarta (22) uma greve por tempo indeterminado e fecharam algumas rodovias do país. A categoria cobra do governo respostas em relação à escassez de diesel e a solicitação de aumento das tarifas de frete.
Dois sindicatos representam a categoria e lideram a greve, que teve como impacto principal a escassez internacional de diesel e outros combustíveis e o aumento de preço devido à guerra entre a Rússia e a Ucrânia.
Caminhões efetuavam longas filas, estacionados nas laterais e em alguns casos, bloqueando rodovias em Buenos Aires.
Antes, um grupo de transportadoras havia bloqueado o tráfego de veículos em uma das principais rodovias que dá acesso à capital argentina, porém por ordem do Ministério da Segurança, foi liberada a passagem.
Nos últimos meses a demanda de diesel aumentou, devido ao aumento da atividade em setores como transporte e mineração em virtude de uma recuperação econômica.
O problema é que não é lucrativo para as petroleiras importarem diesel, porque não podem vendê-lo ao preço de compra, pois o governo argentino impede que todo o valor seja repassado ao mercado interno, devido ao atual contexto inflacionário que atravessa o país.
O transporte de cargas na Argentina é efetuado praticamente por caminhões.
O governo convocou os grevistas para uma reunião, mas as negociações não prosperaram.
Redação – Brasil do Trecho
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