Lideranças dos caminhoneiros autônomos e sindicatos de diversas regiões do Brasil se reuniram nesta quinta-feira (8) no SEST SENAT de São Vicente, em São Paulo, para debater questões cruciais da categoria. Entre os principais temas discutidos estavam a fiscalização do piso mínimo do frete, a aposentadoria especial aos 25 anos de contribuição e a regulamentação da Lei do Descanso, que exige 11 horas de repouso para os motoristas profissionais.
Apesar do clima de insatisfação generalizada entre os caminhoneiros, a decisão sobre uma possível paralisação nacional ainda não foi tomada. Muitos profissionais defendem uma mobilização imediata para pressionar o governo a atender as reivindicações, enquanto outros acreditam que novas negociações devem ser tentadas antes de uma medida mais drástica.
O encontro contou com a participação de sindicatos e associações que representam a categoria, reforçando a necessidade de união para garantir melhores condições de trabalho. A indefinição sobre uma greve reflete o receio de que uma paralisação sem adesão suficiente possa não surtir o efeito desejado.
Nos próximos dias, novas reuniões serão realizadas para avaliar os próximos passos da categoria. Caso as negociações não avancem, a greve poderá se tornar realidade, impactando o transporte de cargas e a economia do país.

