Foto: Divulgação Toytota
Uma das alternativas encontradas pelas montadoras é tentar utilizar o hidrogênio para mover veículos automotores ou combiná-lo com outras tecnologias.
Atualmente a tecnologia de veículos movidos a hidrogênio está em desenvolvimento e ainda custa muito caro
Os carros movidos a hidrogênio são uma das grandes promessas do futuro, além da proposta de torná-los elétricos. A ideia sempre foi tornar viável a tecnologia do hidrogênio para veículos automotores.
Existem kits caseiros que estão sendo vendidos na internet, mas que não são considerados por engenheiros e montadoras como comprovadamente “eficientes”, pois não garantem tecnicamente a autonomia e desempenho esperados, sem falar que não existe um estudo técnico de que não danicaria peças e o motor de seu carro.
O conceito desse tipo de “eficiência” para quem utiliza esses kits é diferente do conceito proposto pelas montadoras, ou seja, no primeiro caso é simplesmente “fazer o carro andar com água”, mesmo que o desempenho não seja bom e permanente.
Pergunta: Você colocaria no seu carro uma tecnologia não comprovada, não testada cientificamente por profissionais habilitados e ainda caseira? Quais seriam os riscos?
Nós não temos essas respostas de forma técnica, científica e conclusiva e principalmente com a certeza da “segurança” e no mínimo, ficamos receosos.
Lembre-se que a tecnologia do gás natural veicular ou GNV, teve aprovação técnica comprovada e aplicada corretamente com uso de dispositivos de segurança! Seu uso é reconhecido como um dos mais seguros entre os combustíveis.
Algumas montadoras como a Toyota, vêm testando essa tecnologia já há vários anos e vêm alcançando respostas, porém ainda não conseguiram dar uma resposta definitiva para o uso único desse combustível alternativo.
O veículo que está em fase de teste não se mostrou eficiente o suficiente e “eficiência” tem a ver com autonomia, velocidade, forma de armazenagem do hidrogênio para venda, o comportamento do mercado atual, dentre outros fatores que o tornam inviável nesse momento, principalmente por ser uma tecnologia considerada ainda muito cara.
As montadoras vêm desenvolvendo tecnologias de utilização do hidrogênio, com o uso de células de combustível e a criação de uma infraestrutura que tornasse viável a produção desses veículos.
Hoje, temos geradores de energia que provém de fontes que utilizam combustíveis fósseis. As células de combustível que comentamos acima poderão operar com calor e água.
O mecanismo básico dessa tecnologia é chamado transdução eletroquímica (transformação de energia química em energia elétrica). Esse processo envolve a mobilização de substâncias químicas, que fluem constantemente para dentro da célula, de uma forma ininterrupta (desde que esse fluxo de substâncias continue a acontecer dentro da célula).
Atualmente as principais substâncias ativas são o hidrogênio e oxigênio, que ao se combinarem, ou seja, um átomo de oxigênio ligando-se a dois de hidrogênio produzem H2O (água) e consequentemente através das células de combustível, energia elétrica e energia térmica.
O hidrogênio é o “combustível” mais comum na natureza, mas também podem ser usados outros materiais, como gás propano e até mesmo diesel e gasolina.
Estes últimos sofrem uma transformação química similar ao hidrogênio, com a vantagem de que já existe uma rede de postos com os dois combustíveis.
As montadoras estão investindo milhões de dólares para estimular a pesquisa científica para aperfeiçoamento dessa tecnologia. Resta aguardarmos para verificarmos para qual delas o futuro nos conduzirá!
Redação – Brasil do Trecho / Informações: Canal Imagine Mais
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