
Correia banhada a óleo é uma correia dentada que opera imersa no óleo do motor
A correia dentada banhada a óleo é uma tecnologia automotiva que ficou muito comentada nos últimos anos. Diferente da correia seca tradicional, ela funciona imersa no óleo do motor, com a promessa de menor atrito, ruído e desgaste, além de maior durabilidade.
Quem realmente inventou e patenteou essa ideia foi a empresa de peças Dayco, com o sistema chamado “Belt In Oil” (BIO). A patente central (US9322455) foi registrada com engenheiros da Dayco como inventores e descreve a correia projetada para funcionar dentro do óleo.
A Ford Motor Company foi essencial para popularizar a correia banhada a óleo no mercado. A marca incluiu essa tecnologia em série em motores como o 1.8 TDCi diesel em 2007 e depois em versões EcoBoost, como o motor 1.0-liter.
Depois que a tecnologia ganhou espaço, o Grupo PSA (Peugeot e Citroën) adotou o mesmo conceito em motores como o 1.2 PureTech, tornando os carros dessas marcas entre os primeiros a usar o sistema na produção em massa.
Apesar da promessa de longa vida útil, a correia banhada a óleo não virou consenso entre os mecânicos e donos de carro, porque a durabilidade depende muito do tipo de óleo e manutenção correta.
Com o tempo, problemas de durabilidade levaram montadoras como a Stellantis (dona de Peugeot e Citroën) a trocar a correia por corrente em alguns motores e até fazer recalls, reduzindo o uso dessa tecnologia em novos modelos.
Assim, o surgimento da correia banhada a óleo é uma mistura de invenção técnica da Dayco, adoção em massa pela Ford e expansão depois para marcas como Peugeot e Citroën, seguida de desafios na prática real.
Esta publicação foi modificada pela última vez em 3 de fevereiro de 2026 08:09
O caminhoneiro Anderson Comiotto, conhecido entre os estradeiros como Safadão e irmão do influenciador Cabelo Batateiro, continua enfrentando uma longa…
O custo para trazer um Volkswagen Arteon ao Brasil ganhou força nas redes depois de relatos envolvendo o influenciador Eduardo…
Um carro zero de R$ 150 mil parece caro só na hora da compra, mas o gasto não para quando…
Muita gente pergunta por que um caminhoneiro, filho de dono de transportadora, prefere trabalhar para outras empresas em vez de…
Os aplicativos de corrida sem condutor humano já deixaram de ser coisa de filme. Em alguns países, o passageiro chama…
O avanço do ônibus sem motorista profissional já deixou de ser apenas uma ideia distante. Em alguns países, veículos automatizados…
Este site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação, personalizar conteúdos, analisar acessos e exibir anúncios relevantes. Ao continuar navegando, você concorda com nossa Política de Cookies e Política de Privacidade do Brasil do Trecho
Leia mais