
Os aumentos dos combustíveis retornaram, sendo já o terceiro e logo após as eleições, causando transtornos para os caminhoneiros.
Caminhoneiros começam a contestar os aumentos do diesel liberados pelo atual governo e que voltam a assombrar logo após as eleições
Sempre pioneira e irreverente em suas declarações, Sheila Bellaver mostra o lado financeiro de ser caminhoneiro no Brasil e que o atual governo dificultou bastante a vida dela, alegando que nada foi fácil e que os aumentos dos combustíveis já voltaram com força após o resultado das eleições.
Ele fala que nem comenta se o problema foi relacionado a outros presidentes a qual o governo atual se referia, mas o problema é que está muito complicado ser dono de caminhão, agregado ou autônomo.
Sheila alega que o preço do diesel de R$ 4,14 no domingo das eleições, já subiu para R$ 4,30 agora quando ela foi abastecer e isso no mesmo posto em que ela possui cadastro e quase surtou.
Foi comentar com o frentista e ele confirmou os aumentos dos preços. Teve dois aumentos no final de outubro e outro logo em seguida no dia 01 de novembro (hoje), um verdadeiro absurdo.
“Não sei quanto a vocês, mas o governo atual me prejudicou bastante. Se o problema vêm ou não de outros governos, não vêm ao caso e não vou nem comentar. O diesel aumentando assim novamente, aonde vamos chegar? Ela recorda que há pouco tempo atrás, de um dia para outro, o preço do diesel tinha subido estrondosamente e ficando acima do valor do preço da gasolina”.
“Ai você é contratado e vai fazer o cálculo do frete e a chantagem emocional que as empresas transportadoras fazem é de que “há se você não quer, têm vários outros que querem”, se referindo ao preço do frete que as transportadoras querem impor e o caminhoneiro que precisa, acaba aceitando um valor baixíssimo de frete, mas sem cobrir seus gastos.
Ela diz que os caminhoneiros tem que se valorizar, não podem aceitar esses aumentos do diesel e com os preços dos fretes caindo cada vez mais, aonde vamos parar, referindo-se as ações do atual governo.
Apesar do problema relatado pela Sheila, alguns motoristas dizem que basta trabalhar que dá para sobreviver, mas ela pergunta até que ponto? Até quando um caminhoneiro pode permitir que os sucessivos aumentos do diesel possam ser realizados imediatamente após as eleições? É revoltante. Quem não souber trabalhar, quem não souber calcular o valor do frete e cobrar por um valor justo das transportadoras, vai quebrar, finaliza desabafando Sheila!
Esta publicação foi modificada pela última vez em 1 de novembro de 2022 17:11
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