
Foto: Reprodução / Cristiane Cunha / Sindmetal
Montadoras como Volkswagen, GM, Stellantis (detentora das marcas Fiat, Peugeot e Citroen), Mercedes-Benz e Hyundai anunciaram que irão dar férias coletivas aos funcionários entre março e abril.
As principais alegações das fabricantes giram em torno dos juros altos, número de vendas abaixo do desejado e outros fatores externos. Mas muita gente tem visto essas medidas das montadoras como uma estratégia para aumentar ainda mais os preços dos veículos, será?
Para especialistas no mercado automotivo, de fato, a demanda por carros novos diminuiu de 2 anos para cá e a taxa de juros subiu. Com a diminuição do poder de compra do brasileiro, a prioridade de consumo fica a cargo daquilo que é essencial como alimentação e o pagamento das contas fixas como, água, luz, gás, aluguel, etc.
Diante disso, as montadoras estão vendendo menos, portanto, tende a haver uma redução na produção de veículos. Com o mercado em baixa, as fabricantes dão férias coletivas a fim de evitar demissões em massa de funcionários no período de queda na produção.
A verdade é que todo esse revés na economia externa e interna provoca impactos mais significativos nos países emergentes, que é o caso do Brasil.
Redação – Brasil do Trecho
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