Foto: Reprodução / Internet
Segundo a Abicom (Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis), o óleo diesel vendido nas refinarias da Petrobras está com uma defasagem média de 15% em relação ao preço praticado no mercado internacional. Isso significa que o combustível vem sedo comercializado a R$ 0,55 abaixo do indicado pelo PPI (Preço de Paridade de Importação).
Um dos fatores apontados pela Abicom para esse descompasso no preço do diesel é a valorização nos preços de referência no mercado internacional. “O cenário médio de preços está abaixo da paridade para o óleo diesel e para a gasolina”, informou a entidade.
A defasagem no preço do diesel em relação ao mercado internacional pode ser vista como uma boa notícia para os caminhoneiros autônomos, pois significa que o preço está mais baixo do que poderia estar se estivesse totalmente alinhado ao preço internacional do petróleo.
O resultado é uma redução dos custos de combustível para os profissionais, o que pode aliviar parte do ônus financeiro associado às operações de transporte de cargas.
Como os caminhoneiros dependem fortemente do diesel para conduzir sues veículos, e o combustível representa uma parcela significativa dos custos operacionais, eles podem ser os principais beneficiados com os preços mais baixos nas bombas, ajudando a manter a margem de lucro ou mesmo reduzir os custos de fretes para seus clientes.
No entanto, a longo prazo, uma defasagem de preços pode ter implicações negativas para a indústria petrolífera do país, podendo resultar em desequilíbrio econômico e problemas para o setor de energia como um todo.
Então, se por um lado a defasagem no preço do diesel pode ser bem-vinda pelos motoristas profissionais autônomos em um primeiro momento, é importante considerar a sustentabilidade e as implicações de longo prazo dessa situação para a economia brasileira.
Politicas que busquem equilibrar a estabilidade dos preços e a competitividades são essenciais para garantir o funcionamento saudável do mercado e o bem-estar dos profissionais envolvidos no setor do transporte
Redação – Brasil do Trecho
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